A APT marcou presença na concentração realizada no dia 25 de fevereiro de 2026, promovida pela CNA, juntando-se na defesa dos agricultores e do setor agrícola nacional.
Esta iniciativa teve como objetivo a contestação ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, considerado prejudicial para a produção nacional, ao permitir a entrada de produtos agrícolas a preços mais baixos e sujeitos a regras menos exigentes do que aquelas que são impostas aos produtores nacionais.
Foi igualmente manifestada a oposição às propostas de reforma da Política Agrícola Comum para o período pós-2027, face ao risco de redução dos apoios e à manutenção de um modelo que continua a favorecer as grandes explorações agroindustriais, em detrimento da agricultura familiar e de pequena e média dimensão.
Outro grande objetivo foi exigir respostas concretas face aos prejuízos causados pelas recentes condições meteorológicas adversas, cujas perdas já ultrapassam os mil milhões de euros na agricultura. A CNA, com o apoio das suas afiliadas, entre as quais a APT, considera insuficientes as medidas anunciadas pelo Governo e defende a atribuição de apoios diretos que permitam repor o potencial produtivo e garantir rendimentos aos agricultores afetados.
A APT associou-se a esta posição, reafirmando a importância de proteger a agricultura familiar e assegurar condições justas para os agricultores.